Fernanda Abreu diz que sua vida sexual aos 55 anos é igual aos 20
08/09/2016 15:33 em TV/Entretenimento

Quem não gostaria de ter a fórmula da juventude? Envelhecer bem não é uma tarefa fácil, mas Fernanda Abreu garante que não há segredo: basta ter uma boa alimentação, praticar exercícios regularmente e não dar tanta importância à idade, simplesmente lidar com ela de forma natural. Nesta quinta-feira, 8, a cantora completa 55 anos mostrando que tanto o corpo quando a mente ainda são jovens. E este ano a comemoração é dupla, já que em 2016 ela também celebra 35 anos de carreira.

Embora nunca tenha realizado um procedimento estético cirúrgico, a cantora não descarta a possibilidade de um dia fazer uma plástica. "Para mim sala cirúrgica é para uma situação de emergência, e por isso as únicas vezes que eu entrei em uma foi para fazer cesárea. Mas não sou contra a plástica, não. Acho que fazer retoques é bem legal. Mas as minhas filhas e o meu namorado falam para eu não fazer nunca. Ao mesmo tempo, a pressão externa é grande. Às vezes beira a loucura, mas não sou contra", diz ao EGO.

Fernanda, que foi casada por 28 anos com o designer Luiz Stein, se considera uma mulher de sorte por ter encontrado o namorado, Tuto Ferraz, pouco tempo depois de se separar. Os dois já estão juntos há cinco anos, e ele é apenas um dos motivos para ela acreditar que sua sensualidade não se alterou com o passar do tempo. "Nós temos uma vida sexual superativa, igual à de quando eu tinha 20 anos. Acho que cada um lida com essa sensualidade de maneira diferente, mas eu não vejo problema nisso. Seja com 50 ou 60, o importante é não perder a sensualidade ou o olhar do outro", afirma. E acrescenta: "A gente tem que ser apaixonado pela vida".

Convites para posar nua não faltaram, mas a ideia nunca seduziu a cantora, que se considera tímida. "Eu acho que não tem a ver com dinheiro. Se eu fosse supervaidosa talvez eu posasse, para mim mesma. Para mostrar que eu estou bonita e ótima", defende. Ao mesmo tempo, Fernanda não acha que posar nua seja um problema, e defende o direito de cada mulher tomar suas escolhas e afirma que se considera feminista. "Saímos de um papel coadjuvante, que tinha o homem como papel central. Mas ainda não conseguimos tudo, porque temos uma cultura muito machista”, lamenta.

Desde que começou a carreira – como backing vocal da banda Blitz – até hoje muita coisa mudou. Fernanda conta que o cenário melhorou muito para as vocalistas, mas lamenta que esse meio artístico ainda seja dominado por homens. "A mulher no meio da música tem que ser uma guerreira. Eu ainda sinto falta de mulheres fazendo engenharia de som, por exemplo. Uma roadie, iluminadora mulher, designer de luz mulher. Ou uma menina que masteriza e mixa bem. Isso ainda faz falta. Acho que ainda podemos avançar bastante", completa.

Sobre os novos projetos, Fernanda conta que em outubro vai estrear o show de seu último disco, "Amor Geral". "Mas ainda quero fazer um CD para compilar as gravações dos meus dez anos sem lançar nenhum álbum. Cantei com Roberto Carlos e Martinho da Vila, por exemplo. Quero fazer a compilação para os fãs desse novo projeto", revela.

 

 

Tribuna Hoje

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